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Guia Tático Copa 2026: Como joga a Escócia de Steve Clarke?

Com Scott McTominay em fase espetacular e a força do jogo aéreo, a Escócia quer superar desconfianças e avançar na Copa do Mundo.

Guia Tático Copa 2026: Como joga a Escócia de Steve Clarke?
Resumo de 5 minutos

A Escócia de Steve Clarke atua em um 4-2-3-1 flexível que pode variar para uma linha de cinco para acomodar a parceria entre Robertson e Tierney. A equipe baseia-se na força do jogo físico, em cruzamentos e bolas paradas, tendo no meia artilheiro Scott McTominay a grande referência de agressão à área adversária.

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De volta à Copa do Mundo pela primeira vez desde 1998, a seleção da Escócia chega à Copa de 2026 após uma classificação emocionante nas Eliminatórias Europeias (incluindo uma vitória dramática por 4 a 2 sobre a Dinamarca). No entanto, o trabalho do técnico Steve Clarke (desde 2019) chega sob desconfiança pelo desempenho pobre na Euro 2024 e pelas oscilações físicas de suas principais estrelas.

O Dilema Híbrido: Dobradinha Robertson e Tierney

A Escócia consolidou o 4-2-3-1 no ciclo, mas a variação com três zagueiros (5-3-2) continua sendo muito utilizada. A ideia por trás dos três zagueiros é acomodar Kieran Tierney (Arsenal) como zagueiro pela esquerda em saída de jogo, liberando o capitão Andrew Robertson (Liverpool) para subir como um ala ofensivo clássico pelo flanco esquerdo. Pela direita, Ralston ou Hickey fazem o corredor de marcação. No miolo de zaga, Grant Hanley e Jack Hendry (1,95m de altura, atuando no futebol saudita) garantem excelente proteção pelo alto. No gol, a indefinição é total: os dois principais goleiros do ciclo, Angus Gunn e o veterano Craig Gordon (43 anos), chegam sem minutagem em seus clubes.

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O Motor Scott McTominay

O grande destaque técnico e artilheiro da seleção escocesa é Scott McTominay. Campeão da Série A italiana pelo Napoli, McTominay tem total liberdade como camisa 10 construtor para pisar na área adversária e buscar arremates de cabeça e chutes frontais. Atrás dele, a Escócia conta com o refinamento técnico de Billy Gilmour (termo de controle de posse) e a combatividade de Lewis Ferguson ou Ryan Christie.

As Armas de Bola Parada e o Comando de Ataque

O jogo aéreo é a arma letal da Escócia. Jogadas ensaiadas de escanteios e faltas laterais são a prioridade de ataque da equipe. Na referência do ataque, Clarke sofre com a instabilidade de seus centroavantes: Che Adams, Lyndon Dykes e Lawrence Shankland disputam minutos, sem que nenhum deles se consolide como titular absoluto. Pela ponta direita, o jovem Ben Doak (Bournemouth) oferece aceleração e drible individual para quebrar defesas compactas.

Este artigo foi baseado na análise tática em vídeo de Rafael Oliveira no YouTube. Confira a análise completa no vídeo no início do artigo.
Escrito pela Redação Editorial do Futebolista Club