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Guia Tático Copa 2026: Como joga a Suíça de Murat Yakin?

Com a base consolidada da Euro 2024 e o cérebro de Granit Xhaka, a Suíça chega com leveza e favoritismo para passar no grupo.

Guia Tático Copa 2026: Como joga a Suíça de Murat Yakin?
Resumo de 5 minutos

A Suíça de Murat Yakin chega à Copa do Mundo estruturada em um 4-3-3 de excelente saída de bola, comandada por Manuel Akanji vindo de trás e Granit Xhaka na regência. A equipe varia constantemente para uma linha de cinco usando a polivalência de Dan Ndoye e o jogo físico de Breel Embolo como pivô de apoio.

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A seleção da Suíça entra na Copa do Mundo de 2026 em seu momento de maior leveza no ciclo. Se o trabalho de Murat Yakin era severamente criticado antes da Euro 2024, a excelente campanha no torneio continental silenciou as críticas e consolidou um grupo experiente e calejado em decisões internacionais, qualificando-se sem sustos nas eliminatórias.

A Saída de Três e a Liderança Técnica de Akanji

No gol, Gregor Kobel (Dortmund) herdou a titularidade após a aposentadoria do ídolo Yann Sommer. Na linha de defesa, sem Fabian Schär (que se aposentou da seleção), Yakin monta uma zaga com Nico Elvedi e Manuel Akanji. Na lateral esquerda, Ricardo Rodriguez atua contido, compondo uma saída de três defensores em posse de bola, o que permite que Akanji (exercendo a função que faz com Pep Guardiola no Manchester City) avance constantemente para atuar como um distribuidor central qualificado de passes.

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O Motor Central e as Variações de Posicionamento

A espinha dorsal de meio-campo continua sob o comando indiscutível de Granit Xhaka ao lado de Remo Freuler, com Fabian Rieder flutuando mais à frente. Para suprir a falta de zagueiros reservas, Yakin chegou a testar o volante Denis Zakaria improvisado como zagueiro-lateral em um trio de zaga na data FIFA de março. O ala Michel Aebischer e o jovem volante físico Merlin Mazarbi (Freiburg) garantem grande flexibilidade de posicionamento ao longo dos 90 minutos.

A Aceleração de Ndoye e o Pivô de Embolo

Pelas pontas, Ruben Vargas atua na direita, enquanto Dan Ndoye é a grande atração ofensiva da seleção pela ala esquerda. Ndoye oferece velocidade e drible individual de alta intensidade para romper defesas, com capacidade de recuar como ala defensivo se o time adotar a linha de cinco. No comando do ataque, Breel Embolo é o nove titular. Com o passar dos anos, Embolo virou um excelente centroavante de apoio, recuando para tabelar e servindo de desafogo para os passes verticais de Xhaka e Akanji.

Este artigo foi baseado na análise tática em vídeo de Rafael Oliveira no YouTube. Confira a análise completa no vídeo no início do artigo.
Escrito pela Redação Editorial do Futebolista Club